Em uma frase: você aposta quantas rodadas vai ganhar e precisa acertar em cheio. Nem mais, nem menos. Cada ponto de erro custa uma vida — e você só tem cinco.
Faça login, crie uma sala e mande o código de cinco caracteres para os amigos. Quem receber o código digita na home e senta. Também dá para usar a partida rápida, entrar por uma sala aberta da lista ou jogar sozinho contra bots para aprender sem pressão.
A partida é dividida em mãos, e cada mão tem várias rodadas — uma para cada carta que você recebeu. A primeira mão começa pequena e o número de cartas vai subindo até o limite do baralho, depois desce até uma carta e recomeça o ciclo.
Antes de jogar qualquer carta, todo mundo anuncia quantas rodadas pretende ganhar — de zero até o total de cartas na mão. As apostas começam por quem está à esquerda do carteador, e ele aposta por último.
O último a apostar (o pé da mesa) não pode escolher um número que faça a soma de todas as apostas bater exatamente com o número de cartas da mão. Ou seja: é impossível todo mundo cravar. Alguém vai se foder.
Em cada rodada, cada jogador põe uma carta na mesa e a mais forte leva a rodada. Não existe obrigação de acompanhar naipe: você joga a carta que quiser, na hora que quiser. Quem vence a rodada abre a próxima.
A parte que mais confunde quem está começando é a força das cartas: a Fodinha usa o baralho de truco, de 40 cartas (sem 8, 9 e 10), e a hierarquia não é a de um baralho comum.
3 · 2 · A · K · J · Q · 7 · 6 · 5 · 4
4♣ · 7♥ · A♠ · 7♦
No modo padrão as quatro manilhas são fixas, como no truco mineiro: não mudam a cada mão. Qualquer manilha ganha de qualquer carta comum, e o naipe só importa nessas quatro cartas.
Ao criar a sala dá para trocar as manilhas fixas pelas do truco paulista. O jogo continua sendo o mesmo — apostas, melada, bolo e vidas não mudam; muda só quais cartas são manilha.
No começo de cada mão uma carta é revelada: a vira. A carta seguinte a ela, nesta sequência, é a manilha daquela mão:
4 → 5 → 6 → 7 → Q → J → K → A → 2 → 3 → 4
Vira 7, manilha Q; vira 3, manilha 4. As quatro cartas desse valor passam a ganhar de qualquer carta comum — o Q de ouros ganha até do 3. Entre elas, vale o naipe:
♣ · ♥ · ♠ · ♦
Paus é a mais forte, ouros a mais fraca. A vira em si não é manilha e sai do baralho, então sobra uma carta a menos para distribuir.
Decorar essa hierarquia é metade do jogo: é ela que diz se a sua mão dá para cravar uma aposta alta ou se o mais seguro é prometer zero. Se ficou confuso, a ordem das cartas na Fodinha está explicada carta por carta, com exemplos de rodada.
Cartas de mesma força se anulam aos pares, na ordem em que foram jogadas. Se três cartas iguais caírem na mesa, as duas primeiras melam e a terceira sobrevive — e leva a rodada.
Se a rodada melar inteira, ninguém ganha nada na hora: aquela rodada entra num bolo e a próxima passa a valer por duas. O bolo cresce até alguém vencer e levar tudo de uma vez.
Quando a mão tem só uma carta, ela vai na testa: você enxerga a carta de todo mundo, menos a sua. Aposta 0 ou 1 no escuro, olhando para a cara dos outros. Depois as cartas jogam sozinhas — não tem o que escolher.
No fim da mão, compare a aposta com o que você realmente ganhou. Cada ponto de diferença tira uma vida, para mais ou para menos. Zerou as vidas, você está fora. Sobrou um, acabou a partida — e o campeão vai para o ranking.
Entendeu a lógica? O resto se aprende apanhando.
Começar uma partidaDe 2 a 8 pessoas na mesma mesa. Faltou gente? Bots completam. E existe o modo em duplas, que fecha com 4, 6 ou 8 jogadores.
Não é fazendo mais rodadas: é sobrando vivo. Cada ponto de erro na aposta custa uma vida, e a partida acaba quando resta um jogador na mesa.
Baralho de truco, com 40 cartas — sem os 8, 9 e 10. A sala também pode ser aberta com dois baralhos, somando 80 cartas.
Antes de jogar, cada um anuncia quantas rodadas pretende ganhar, de zero até o número de cartas da mão. Cada ponto de diferença entre a aposta e o resultado custa uma vida, errando para mais ou para menos.
O último a apostar, o pé da mesa, não pode escolher um número que faça a soma das apostas bater exatamente com o número de cartas da mão. É o que impede que todo mundo crave.
Dá. O Se Fode roda no navegador do celular ou do computador, sem download e sem cobrança: você cria uma sala e manda o código de cinco caracteres para os amigos.